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sábado, 18 de setembro de 2010

Projetor Epson com DVD e Caixas de Som



A Epson anunciou dois novos projetores da linha MovieMate. O destaque vai para o MovieMate 85HD com resolução de 720p e lâmpada E-TORL com 2.500 lúmens.

O Epson MovieMate 85HD é na verdade um Home Theater portátil com tudo para assistir filmes em qualquer lugar. Além do projetor, o 85HD vem também com CD/DVD player, entrada para microfone e caixas de som estéreo, tudo integrado no mesmo aparelho.

O MovieMate 85HD é capaz de projetar uma tela 16:9 widescreen de 60 polegadas a uma distância de 1,82mt ou uma tela de 120” de 3,65 metros de distância. O 85HD é compatível com iPod, Wii, Sony, PS3 e Xbox 360.

Por Dado Ellis (http://digitaldrops.com.br)

quarta-feira, 3 de março de 2010

História dos PROJETORES MULTIMÍDIA

Projetores são equipamentos sofisticados e complexos, que utilizam um conceito simples: usar uma luz forte pra projetar numa tela imagens em movimento. Agora, pra fazer isso direito, entra a complexidade de tipos de lâmpada, tipos de tecnologia, conversores, motores, lentes, enfim, são equipamentos complexos. Nesta matéria, vou explicar um pouco sobre quando e em que circustâncias se aplica a compra e instalação de um projetor, não basta apenas ser um aficcionado por cinema e querer uma tela grande. Muitos fatores influenciam o resultado final, que é esperado como um cinema e são esses:

  • Distância da Tela
  • Tipo de tela (4×3 ou 16×9)
  • Tipo de tecnologia ( LCD, CRT, DLP)

O último item explicarei melhor abaixo. Temos também o tipo de sinal que irá mandar ao projetor, influência de luz na sala, custo benefício, entre outros. Então não basta querer uma tela grande, temos que ter o ambiente certo, os equipamentos certos, e quase sempre, muito dinheiro pra fazer direito.

Como funciona cada tecnologia?

CRT ( Cathode Ray Tubes) – É o sistema mais antigo ainda em uso, mas está perdendo mercado devido ao excessivo tamanho e complexidade dos ajustes e preço. Eles são em contrapartida referência de qualidade de imagem. Três tubos, cada um com uma cor ( Azul, Verde e Vermelho ), cada um com sua luz própria, geram as cores básicas para fazer todo o espectro de cores na tela. A mistura de cores geram outras e assim por diante, passando por uma lente. Hoje em dia, Pixels são formados nas mesmas 3 cores pra gerar a imagem, cada pixel se compõe de azul, verde e vermelho. Se olhar sua tela de computador com uma lupa, irá perceber. Os ajustes precisos entre os 3 tubos, ou cores é muito complexo e demorado, geralmente deve ser feito por especialistas. Eu vi alguns Home Theaters com projetores CRT e o resultado é, simplesmente, o “cinema em casa”. Em conjunto com um sistema de som bom, uma sala com assentos confortáveis, não há porque não cobrar ingresso dos amigos.

Projetores CRT são caríssimos (é fácil encontrar modelos por 60, 80 mil dólares, até mais) e as marcas mais conhecidas são: Barco, Vidikron e Sony.

  • Vantagens:

-Vida útil (tubos de CRT geralmente mantém o nível de brilho original por até 10 mil horas em média);
-Definição de imagem (podendo chegar a 3200 x 2560 ). Um projetor CRT bem regulado, com uma fonte de qualidade como Blu-ray em 1080p filmado em 35mm é inigualável;
-Melhor nível de preto de todas as tecnologias em qualquer tipo de tela;
-Como nos velhos televisores, a taxa de atualização e resolução são variáveis, então material entrelaçado pode ser reproduzido sem a necessidade do processo de “desentrelaçamento”;
-Não apresenta o problema de arco íris, encontrado nos modelos mais simples de tecnologia DLP;
-Consegue gerar imagens maiores e melhores pelo custo x benefício, em comparação ao LCD e DLP;

  • Desvantagens:

-Preço (milhares de reais);
-Peso e tamanho, podem passar de 100kg;
-Ajustes são difíceis, demorados e extremamente complexos;
-Brilho total ANSI é menor do que os concorrentes LCD e DLP.

LCD ( Liquid Crystal Display) - São os mais comuns, fáceis de instalar e de preço mais acessíveis. O projetor de LCD utiliza uma lâmpada especial do tipo “Metal Halide“, que é um tipo de lâmpada da família HID (High Intensity Discharge), comum de se ver em carros importados e tuning. O sinal de imagem é enviado na frente da lâmpada em 3 painéis de poli-silicone, um pra cada cor (novamente o azul, verde e vermelho), e a medida que o sinal polarizado (uma combinação de polarizador, painel LCD e analizador) passa pelos painéis, pixels individuais são abertos ou fechados para deixar a luz passar ou não. A combinação dos pixels abertos e fechados reproduz a gama de cores e luz na imagem projetada.

Esse tipo de lâmpada é a melhor para projeção pois sua temperatura de cor e espectro de cor são ideais. A luminosidade gerada pode ser entre 1.500 e 20.000 ANSI Lumens. As lâmpadas de projetores com 15.000 ou mais lúmens são extremamente perigosas e caríssimas, já trabalhei com um projetor de 18K ( “K” é a abreviação de milhares no mundo dos Lumens inclusive, 1K = mil) na gravação de um DVD, que o projetor é transportado sem a lâmpada, e precisa ser instalado no local, e o local foi esvaziado, dois técnicos em roupas espacias de proteção entraram em cena com a lâmpada para fazer a instalação, pois a pressão dessas lâmpadas fazem dela praticamente uma bomba. Essa foi uma cena inesquecível, já que o projetor tem o tamanho de um sofá de 2 lugares e pesa meia tonelada.

A quantificação de ANSI lúmens para projetores de Home Theater podem ser divididos em 3 segmentos: Entre 1.5k e 2.5k é o suficiente para salas pequenas, com telas pequenas e luminosidade controlada e baixa. Entre 2.5k e 4k são recomendados para salas médias, com telas maiores e com um ambiente de pouca luz. Acima de 4k, são recomendados para telas grandes, salas grandes e sem controle de luminosidade, podendo até serem usados em salas de conferência com a luz acesa. Uma coisa importante e uma regra é a quantidade de Lumens x tamanho da tela, porque você aumenta o tamanho da imagem projetada, mas não aumenta a quantidade de luz que sai do projetor, então, se pegar um projetor de 1.5k para fazer encher uma tela com 300 polegadas, a imagem vai ficar extremamente escura, sem foco e sem definição, mesmo num ambiente de luz controlada. Lumens é como cavalos vapor nos carros, melhor sobrar do que faltar quando for fazer a ultrapassagem.

Existe uma regrinha que mostra bem essa deficiência: a cada 25% a mais de imagem projetada (tamanho), o brilho é reduzido em 35%, um aumento de 40% no tamanho da tela reduz o brilho pela metade. A qualidade de imagem é ótima, e os mais recentes projetores aceitam imagens de até 4K de resolução (SXRD 4096×3072), mas com alto brilho e resoluções com essa, o preço pode chegar a U$ 175.000, como o novo JVC DLA-RS4000, com 10k de brilho e 10 megapixels de resolução, certificado THX. Por outro lado, projetores de LCD na faixa de 1.5k a 2.5k com resolução média de 800×600 (SVGA) ou até 720p (1280 x 720 WXGA) custam a partir de R$3.000. Hoje em dia, o único fabricante de chips LCD para projetores é a Epson, que é dona da tecnologia “3LCD” mas que existe em projetores de várias marcas. Um projetor com tecnologia 3LCD funciona dividindo primeiro a luz branca da lâmpada em três cores primárias (RGB), passando a luz por um filtro dicróico especial. Cada espelho dicróico só permite que específicos comprimentos de onda de luz passem, enquanto é refletido o restante. Desta forma a luz branca é dividida em três raios de cores primárias e cada uma é direcionada através de seu próprio painel de LCD.

  • Vantagens:

-Tamanho, peso e preço;
-Alto contraste e Brilho;
-Baixo consumo (nos models de baixa luminosidade). Modelos como os de 20k precisam de 380 Volts, mais de 100 ampéres, então mais lúmens, mais consumo;
-Ideal para instalação sem auxílio profissional, menus OSD, muitas conexões de entrada.

  • Desvantagens:

-A lâmpada gera a maior parte das desvantagens, como durabilidade ( entre mil e duas mil horas ), com custos entre R$500 e milhares de Reais cada.
-A lampada deve ser resfriada antes de desligar. Então o uso de um no-break é imprescindível para deixar a lâmpada com a ventilação própria no caso de uma queda de energia;
-A lâmpada perde luminosidade gradualmente, então a imagem vai escurecendo e amarelando aos poucos até que você perceba a hora da troca;
-Como qualquer LCD, pixels podem queimar e ficar aparecendo na tela, como um ponto preto ou branco, quanto maior a área projetada, maior o pixel visível na tela. Não há reparo em chips de LCD, um pixel queimado só se resolve trocando todo o processador;
-Como os pixels individuais são projetados em telas grandes, muitas vezes os “quadrados” dos pixels são perceptíveis a olho nu, no efeito chamado de “The Screen Door Effect“.

DLP ( Digital Light Processing) - É uma marca exclusiva e patenteada pela Texas Instrument. É a mais nova das 3 tecnologias mais comuns usadas em projetores, inventada em 1987. Existem dois tipos, o de chip simples ou de 3 chips, encontrado nos modelos High End, consequentemente mais caros. Nesse tipo de projetor, a imagem é criada por espelhos microscópicos num chip, chamdos de “Digital Micromirror Device” ou DMD. Cada micro espelho representa um ou mais pixels na imagem gerada, e normalmente a resolução é contada a partir do número de espelhos, como 1920×1080, são exatos 3 mil micro espelhos que geram a imagem. Esses espelhos são reposicionados rapidamente, o que gera os tons de cinza, ou contraste, controlados pelo tempo em cada posição. Para gerar a cor, uma roda semitransparente com as 3 cores básicas ou mais (novamente o verde, azul e vermelho) é colocada a frente dos espelhos, e gira de acordo com a imagem a ser gerada, colocando o verde a frente, ou o vermelho, até gerar a imagem completa. A roda gira numa taxa incrível de até 10x a cada frame (algo como 25 mil RPM) nos modelos mais novos e mais caros. É um sistema muito complexo.No modelo de 3 chips, um prisma é usado pra separar 3 raios de luz vindos da lâmpada, e cada uma das 3 cores são direcionadas ao seu próprio chip DLP, depois unidas e enviadas para a lente. Projetores DLP com 3 chips podem gerar até 35 trilhões de cores, que é muito mais do que conseguimos distinguir a olho nu.

A lâmpada usada é a mesma do LCD, consequentemente, podemos ter a mesma gama de Lumens. Novos modelos estão sendo apresentados com luz gerada por LEDs e Laser, tecnologia lançada pela Mitsubishi (Laservue) em 2008. A maioria dos cinemas digitais hoje em dia utiliza projetores DLP, inclusive os que geram 3-D. Projetores de LED e Laser dispensam o uso de lâmpadas, acabando com a maior desvantagem da tecnologia. Projetores DLP de chip único podem ser encontrados a partir de R$3.00o, e com 3 chips a partir de R$8.000.

  • Vantagens:

-Imagem excelente em Resoluções Full HD;
-Perfeita geometria de imagem e tons de cinza, contraste;
-Não sofre do efeito “Burn In”;
-Não sofre do efeito “Screen Door Effect” que afeta os projetores de LCD;
-Fácil manutenção e troca da lâmpada (mais que no LCD);
-Novos projetores de LED e Laser eliminam o uso de lâmpadas;
-Podem processar até 7 cores primárias, dando a melhor performance de cor;
-Não sofrem desgaste nenhum de cor ao longo dos anos, como no LCD que tende a amarelar a imagem;
-Pronto para tecnologia 3-D, inclusive pode-se usar 2 Projetores juntos para fazer uma imagem estereoscópica em sincronia.

  • Desvantagens:

-Os modelos top de linha com 3 chips, e Led ou laser podem custar centenas de milhares de dólares, assim como as outras tecnologias, quanto melhor fica, mais caro fica;
-Os modelos de chip único são bem inferiores aos de 3 chips, e podem sofrer um efeito vísivel de arco íris na tela, quando em modelos mais baratos e que a roda de cores gira a uma velocidade baixa;
-Um pouco maior que os LCD’s e precisam de mais ventilação, consequentemente mais barulhentos;
-Modelos de lâmpada sofrem as mesmas desvantagens citadas no LCD;
-Como no LCD, uso de No Break é obrigatório para quedas de energia, a fim de proteger a lâmpada.

Resumo:

Para ainda resumir o porque não é facil dar dicas de modelos, marcas e preços, tudo afeta o resultado final da imagem num projetor, luminosidade da sala (janelas, etc), tipo e tamanho da tela, distância do espectador e do projetor da tela, paralelismo obrigatório do projetor em relação a tela (devem estar centrados, perfeitamente, de frente um pro outro), tipo de sinal, tipo de Home Theater, espaço, enfim, milhares de variações são levadas em conta. Recomendo que um profissional seja consultado para poder dar a melhor instalação e custo possíveis. Fazer você mesmo pode ser um gasto de dinheiro sem o devido retorno com a qualidade esperada. Por outro lado, a experiência máxima de um HT é coseguida com um projetor e uma tela grande, como nos cinemas. Agregando a isso um som surround bom, sala controlada e bom senso, a experiência é igual ou melhor que nos cinemas, tirando as devidas proporções. O custo geral pra ser ter um projetor bem instalado é maior o que comprar uma TV de de LCD ou Plasma, e isso acaba sendo a escolha da maioria das pessoas que tem Home Theater.

Telas:

Existem centenas de fabricantes e tipos de tela, tensionadas, elétricas, de material x ou y, mas alguns fatos devem ser levados em conta. Hoje em dia, a melhor escolha é uma tela na proporção 16×9, já que é a cara do cinema, e todos os modernos projetores fazem esse formato nativamente. Testei muitos projetores quando trabalhei com instalações profissionais, e um fato curioso e desafiador, é que a melhor imagem é gerada numa tela escura, até preta, o contraste, o preto ficam insuperáveis. Muitas telas tem a opção de serem na cor cinza, até quase pretas para melhor contraste, e a diferença é gritante, faz a imagem de um projetor de LCD de 1.5k parecer com um DLP de 4k ou mais, é muita diferença, mas o preço para se ter uma tela cinza ou mais escura é luminosidade ZERO na sala, qualquer luz maior que um celular aceso estraga tudo. É muito crítico trabalhar com telas escuras, mas se pode controlar o ambiente, a imagem é significativamente melhor, só vendo pra crer. O tamanho da tela deve ser calculado pela distância do espectador, e depois calculado no tipo de projetor e lente a serem usados. alguns projetores tem limitações de tamanho pequeno de imagem, outros de imagens maiores. Telas podem ser elétricas e controladas por controles universais, ou controle próprio fornecido. Não há como dar dicas de tamanhos de tela sem saber o tamanho da sala, distância de visualização, tipo de sinal, luminosidade, etc.

Conclusão:

Visto que são tantos fatores e desafios para se ter uma tela de cinema em casa, a consulta de um instalador profissional é essencial para o melhor resultado. Eu particularmente não desejo uma sala com projeção, mas admiro salas e pessoas que resolvem dar esse passo “final” para a concretização da palavra cinema em casa. Deve ser levado em conta que por exemplo, uma TV top de linha como a Samsung LED série 8000 de 55″ custa por volta de R$11.000, e é grande o bastante para muitas salas, e com qualidade e tecnologia de ponta. Com esse preço compramos um projetor que dará uma tela maior mas não com mais qualidade nem mais brilho/contraste, já que pra se igualar a uma TV dessa, algumas centenas de milhares de reais serão necessários, como disse, projetores podem custar entre 2 mil reais e meio milhão de reais, fora a tela, instalação, manutenção (lâmpada) e cabos, que custam caro para longas distâncias, onde geralmente o projetor está no fundo da sala, e a fonte na frente, e um cabo HDMI de qualidade com por exemplo 15 metros pode custar em média 2 mil reais ( aumentando a preços estratosféricos com marcas e modelos melhores ), fora o amplificador de sinais HDMI necessário a partir de 5 metros de cabo.

Então o projetor se aplica quando a sala é grande e, logicamente, a vontade de ser ter tal expriência, mas agregadas a um preço alto, já que pra brigar com uma TV desse porte, o projetor não pode ser de entrada, fora os custos adicionais. É uma balança complicada, que desanima muitos, mas quem tem vontade, recursos e faz direito, tem a experiência máxima do cinema em casa.


Fonte: http://www.blogdojotace.com.br/2010/02/27/guia-rapido-de-projetores/

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

iPad chega ao site brasileiro da Apple


Depois de dois dias, a Apple Brasil finalmente deu algum sinal de que de fato o tão falado iPad irá desembarcar por essas terras. Uma página em português dedicada ao gadget entrou no ar no site brasileiro da empresa da maçã, mas por hora com poucas novidades: todos os textos são uma tradução dos originais em inglês e o preço informado é o norte-americano, em dólares. Para quem quiser ver o site, é só acessarapple.com/br/ipad.


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Light Touch, Um Projetor que Transforma Qualquer Superfície em uma Tela Touchscreen


O projetor Light Touch transforma qualquer superfície em uma “tela” multi-touch com a qual você pode interagir. Sua tecnologia de projeção laser holográfica (HLP) funciona graças a uma câmera infravermelha que capta os movimentos dos seus dedos, assim você pode dar o zoom em uma imagem ou digitar em um teclado virtual.

Fonte: Digital Drops

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Vazam especificações do primeiro notebook rodando o Chrome OS


Segundo informações do IBTimes, o netbook deve ter tela touch de 10,1 polegadas, 64GB de HD, 2GB de memória RAM, além de recursos de conectividade, como Wi-Fi, 3G e Bluetooth.

O netbook também deverá ter um sistema Nvdia Tegra para otimizar áudios e vídeos alimentados por um processador ARM.

Este jornal também está dizendo que o Google terá um papel importante na produção do aparelho (semelhante à que teve no Nexus One).


por Guilherme Cherman em 28 de dezembro, 2009

Lampada Projetor - EPSON / SONY / Entre Outras Marcas e Modelos























TRABALHAMOS COM TODAS AS MARCAS E MODELOS DE LÂMPADAS!!!


EFETUAMOS MANUTENÇÃO COMPLETA EM QUALQUER TIPO DE PROJETOR MULTIMÍDIA (DATASHOW)

TV em 3D chega ao Brasil em grande estilo




"Avatar" impulsiona ainda mais tecnologia 3D nos cinemas


Quando James Cameron pensou em "Avatar", em 1995, foi preciso esperar para que a tecnologia alcançasse suas pretensões. Quatorze anos, US$ 400 milhões e muita pesquisa em novos meios depois, o longa chega às telonas prometendo revolucionar as produções feitas com computação gráfica. Em entrevista para o programa "60 Minutes", da CBS, Camerom afirmou que "O 3D está aqui para ficar", após enumerar alguns filmes que contribuíram para essa realidade. Entre eles, "Up" e "Tá Chovendo Hambúrguer".

"Estamos em uma escalada, cada novo lançamento em três dimensões supera o anterior", garante Ademar Oliveira, diretor de programação do IMAX, em São Paulo. Ele diz também que espera que "Avatar" supere a maior bilheteria em salas 3D até hoje. "As novas tecnologias renovaram o espetáculo", afirma ainda, apesar de dizer que não acredita que o 3D seja adotado no futuro como sistema único.

A tecnologia

O 3D é uma ilusão de ótica criada por meio de um fenômeno chamado estereoscopia. Oliveira explica que é uma projeção feita em duas imagens ligeiramente deslocadas uma da outra. Quando o cérebro as funde em uma só, por meio de óculos especiais, ele compõe a noção de profundidade. A captação, portanto, de um filme do gênero tem que ser feita com duas objetivas, uma para cada ponto de observação, simulando a visão humana.

Esse é um processo extremamente complicado, pois cada filmadora deve captar a mesma imagem, sob o mesmo ângulo, com a mesma iluminação, mas de posições ligeiramente afastadas.

Atualmente, os óculos usados nas salas de cinema já são bem diferentes daqueles com uma lente azul e outra vermelha. Parecendo com os modelos que nos protegem do sol, os óculos 3D atuais já não distorcem a imagem e não causam dor de cabeça.

Nova técnica

Uma das tecnologias criadas para serem usadas em "Avatar" foi uma câmera especial, superleve e portátil que era colocada em frente ao rosto dos atores para captar as emoções que mais tarde foram transferidas para o computador para que fossem criados os personagens animados.

Em entrevista para o "Fantástico", James Cameron profetizou: "A terceira dimensão é o futuro dos jogos e do cinema"


EPTV.com - Adriano Conter

Mais algumas razões para mudar do Windows Vista e XP para o Windows 7




Eu já fiz vários posts sobre as enormes vantagens e facilidades do Windows 7 como parte da campanha Windows 7 Testers, ainda tenho muito o que falar sobre este sistema operacional. Hoje vou destacar alguns itens que me agradam bastante na imensa lista de recursos que o Windows 7 oferece para facilitar a vida dos seus usuários.

Windows Touch

Eu (ainda) não tenho um monitor multi-touch, mas tive a oportunidade de testar o Windows Touch em um all-in-one da HP no dia do lançamento do Windows 7 em São Paulo, e gostei muito da experiência. Navegar pelas suas fotos, arquivos e pastas com a ponta dos dedos é excelente. Os botões da barra de tarefas e o menu iniciar são feitos sob medida para serem clicados na tela, e você pode realizar comandos com gestos dos seus dedos fazendo o já conhecido movimento de pinça para dar um zoom em uma imagem, por exemplo. Também usei o Windows Touch em um monitor da Positivo sensível ao toque mas que não era multi-touch, mas mesmo assim era bastante divertido.

Facilidades de acesso

A acessibilidade está presente no Windows 7 de várias formas. Usando o reconhecimento de voz você não precisa usar o teclado para responder e-mails, acessar a internet e ditar documentos em geral. Outra opção é o teclado virtual, perfeito para quem tem um monitor touchscreen e pode usar o já citado Windows Touch. A lente de aumento também ajuda bastante a quem tem dificuldades para enxergar aquelas letras miúdas. Você pode dar um zoom em tela cheia, com a janela fixa ou então usar a lupa para aumentar a área que quiser. Para quem não consegue enxergar, o “Narrador” ajuda muito, lendo documentos, e-mails ou mensagens do sistema em voz alta, assim como a “Descrição de áudio”. As notificações visuais mostram os alertas na tela, para quem problemas auditivos.

Mais opções de entretenimento

Assistir a filmes no Windows Media Player é perfeito, você pode abrir filmes de vários formatos, incluindo arquivos MKVs em HD 1080p com legendas. E o Windows 7 toca até mesmo as músicas protegidas com DRM do iTunes e do Nokia Music, facilitando a sua vida. Se o seu notebook tem uma porta HDMI, está tudo resolvido. E usando o streaming de mídia remoto, você pode escutar as suas músicas em computadores do outro lado da sua casa, ou até mesmo do outro lado do planeta através da Internet. E para quem gosta de games, o Windows 7 é um prato cheio com o DirectX 11.

Por Nick Ellis

Avatar: O Mestre James Cameron Finalmente Está de Volta!





Eu assisti na quarta passada a pré-estreia de Avatar, um dos filmes mais aguardados da última década e um clássico instantâneo da ficção científica. Em Avatar, o diretor James Cameron volta ao estilo de seus grandes filmes Exterminador do Futuro 1 e 2, O Segredo do Abismo e Aliens para realizar uma obra que é ao mesmo tempo violenta e poética, e consegue divertir enquanto provoca reflexões profundas nos espectadores. Avatar não é um filme de ação, ele extrapola completamente esta definição.

Mas aqui fica um aviso, se você entrar no cinema cheio de expectativas, ou procurando uma avalanche de cenas de ação, provavelmente vai se decepcionar. Não é que Avatar não tenha este elemento, ele tem e de sobra, mas apesar de toda a tecnologia da produção, o objetivo primordial deste filme é contar uma história, e você precisa estar disposto a embarcar na viagem. James Cameron é um mestre no que faz, e demonstra um domínio absoluto sobre o seu trabalho, apresentando seus personagens e mostrando a evolução do relacionamento entre eles.

É difícil encontrar um adjetivo que possa descrever o trabalho como diretor e roteirista neste filme, mas podemos dizer que os seus 12 anos de ausência resultaram em um esforço fora do comum. Ao lado do magistral Bastardos Inglórios de Quentin Tarantino, Avatar é um dos melhores filmes que eu assisti este ano. Infelizmente eu ainda não assisti ao filme em 3D, coisa que devo fazer nos próximos dias, mas mesmo assim posso dizer os efeitos especiais são revolucionários, e vão mudar a forma como vemos o cinema de ficção científica.

A lua Pandora e seus nativos azuis (os Na’Vi) são um espetáculo a parte. A fauna e a flora alienígena imaginada pelos diretores de arte Rick Carter e Robert Stromberg estão entre as coisas mais impressionantes que eu já vi em uma tela de cinema. A bioluminescência e a luminescência que estão presentes em todos os cantos de Pandora impressionam muito. Só que ainda mais importante do que os efeitos visuais é o roteiro original escrito pelo próprio James Cameron. A proposta da conexão entre os seres e plantas que habitam aquela lua é algo simplesmente genial, e nos dá a noção da incrível e complexa interação entre eles.

Embora a história nos transporte para outro mundo completamente diferente do nosso, tudo funciona como uma metáfora para o momento em que estamos vivendo, e todas as dificuldades ambientais que enfrentamos, e que podem inviabilizar a vida humana na Terra em um futuro não muito distante. O objetivo de Cameron era ir além de um filme, ele criou uma alegoria do que acontece aqui na Terra, os riscos aqui são muito altos, principalmente para a nossa espécie.

Não foi por acaso que o lançamento foi marcado para a semana em que nossos líderes políticos definem os compromissos para evitar o aquecimento global no COP 15, em Copenhague, Dinamarca. A luta entre os humanos e os Na’Vi remete a colonização sangrenta das Américas, a eterna busca pelo lucro sem se preocupar com as consequências e ao desrespeito e ao descaso pelo meio ambiente dos nossos governantes.

A jornada do herói do personagem principal Jake Sully é épica. O personagem evolui imensamente ao longo do filme, e deixa de ser o soldado que precisa vencer suas limitações físicas e sobreviver em um ambiente hostil em um novo corpo para se tornar um verdadeiro líder. O ator Sam Worthington (que também esteve em Terminator Salvation) está ótimo no papel deste herói relutante e improvável, assim como Zoe Saldana (mais conhecida como a Uhura da nova versão de Star Trek) que vive de forma brilhante Neytiri, herdeira espiritual dos Na’Vi.

Outro grande destaque do elenco é a incrível Sigourney Weaver, excelente atriz e parceira de Jim Cameron no grande clássico Aliens, um dos meus filmes de ficção favoritos de todos os tempos. Sigourney é uma excelente atriz, e vive com maestria a personagem Grace Augustine, a pesquisadora responsável pelo projeto Avatar, tanto na pele humana quanto com seu corpo Na’Vi. Este papel é um presentão de seu velho amigo James Cameron.

Não vou contar detalhes do filme, mas ao sair do cinema extasiado com o que tinha visto, vi algumas pessoas falando mal do filme, o que me deixou impressionado. Minha conclusão é de que este não é um filme para qualquer um. Pessoas céticas ao extremo ou racionais demais não vão gostar de Avatar. E se você por acaso não gosta de ficção científica, faça um favor a si mesmo e não vá ao cinema. É preciso a colaboração de quem está assistindo para que o filme faça sentido e atinja todo o seu potencial. Avatar não foi criado para pessoas preguiçosas, e este é um dos maiores elogios que posso fazer ao filme.

Quem assiste Avatar precisa estar preparado para compreender e aceitar a ligação espiritual e neural entre os Na’Vi, os outros seres e a própria floresta de Pandora, e se importar com o que isto representa, e com tudo o que está em jogo. Se você conseguir entrar de corpo e alma neste novo mundo, Avatar vai ser uma experiência inesquecível.

por Nick Ellis